28/07/2011

Quando fecho os meus olhos.

(...) E abraço o meu travesseiro, me imagino abraçando ele. Percebo que não é um simples desejo, e muito menos uma simples vontade. É quase uma obrigação que eu tenho, de imaginar como seria te ter aqui, perto de mim. Eu consigo te imaginar aqui, sorrindo ao meu lado. Eu consigo te imaginar comigo, em todos os sentidos e jeitos. Chega até ser engraçado a forma como você consegue se manter em meus pensamentos, dia e noite e até mesmo nos meus sonhos. Dia e noite. Você permanece aqui, em meus pensamentos. É um tipo de droga, aquele que você não consegue largar, reclama mas mesmo assim, o vício continua, como se nada mudasse, como se tudo só aumentasse. Eu consigo me encaixar perfeitamente a ti em meus sonhos, e realmente o que muitos dizem sobre “sonhos” é verdade… você acorda, e o pesadelo começa. Por que exatamente pesadelo? Porque eu não tenho você aqui, porque o meu corpo pede por você, o meu coração grita teu nome todos os dias, todas as noites, todas as horas possíveis e impossíveis… e mesmo assim, nada muda. Meus sonhos eternos, meus sonhos eternos com você. E a melhor parte é que eu consigo te imaginar aqui, quando fecho meus olhos, te vejo sorrindo ao meu lado. Eu consigo te imaginar comigo, em todos os sentidos e jeitos. Chega até ser engraçado a forma como você consegue se manter em meus pensamentos, dia e noite e até mesmo nos meus sonhos.
Quando fecho os meus olhos e abraço o meu travesseiro, me imagino abraçando ele.

Nenhum comentário:

Postar um comentário