Porque nada preenche.
(...) A falta que sinto de ti ao meu lado? Ás vezes eu até tento maquia-la, enganando-me de que não penso mais em ti. Mas ela sempre vai estar ali, no canto do quarto, no vão da porta ou até em minhas sombras. Um buraco, no meio de tantas feridas. Um buraco oco e mofado esperando ser preenchido de novo. Não por carne e sangue, mas sim por amor. Não de qualquer um, mas o amor daquele que o fez. O seu amor.
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